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Gestão de custos para organizações de Saúde

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    Diversas instituições estão perdendo eficiência e resultados por não praticar de forma correta a gestão de custos

    Por Editorial GesSaúde

    A segurança dos negócios em Saúde está diretamente associada à eficácia de uma boa gestão de custos. Por isso, o mercado está buscando gestores que dominem e saibam aplicar a gestão de custos de forma a melhorar a produtividade e reduzir os gastos. Porém, por conta da complexidade da operação das instituições, muitos profissionais se perdem no momento de gerir os custos e propor ações de melhoria dos resultados. É preciso dividir financeiramente a operação para compreender o que está dando resultado.

    Ao contrário do que muitos gestores praticam, a gestão de custos não se resume ao corte de despesas. Além disso, é necessário compreender os conceitos que envolvem a gestão financeira e criar os centros de custos e de resultado dentro da organização de Saúde. Esse foi o tema da última sessão da mentoria ao vivo Papo com Gordilho, que acontece às quartas-feiras. O programa é conduzido pelo professor, CEO da GesSaúde e apresentador do canal do YouTube, Roberto Gordilho. O especialista recebe ao vivo convidados que compartilham os desafios que vivenciam nas organizações de Saúde em que atuam. O papel de Gordilho é orientar os profissionais e apresentar caminhos para uma gestão eficaz. 

    Conceitos

    Os gestores devem compreender os principais fundamentos que embasam a gestão de custos. São habilidades importantes para uma visão holística das finanças da organização de Saúde. Nesse sentido, é importante entender a diferença entre custo e despesa. O primeiro é o valor associado à realização de um serviço. Enquanto isso, a despesa é o gasto associado ao suporte e que que não esteja associado diretamente à produção, por exemplo, a mão de obra dos colaboradores lotatos na área administrativa.  

    • Custos fixos: são valores gastos periodicamente e que não dependem das nuances de operação. Por exemplo: aluguel, segurança e limpeza;
    • Custos variáveis: é aquele aplicado diretamente na realização de um serviço. Por exemplo: medicamentos.
    Centros de custos e de resultado

    O centro de custo, como o próprio nome propõe, está relacionado principalmente ao que as organizações desembolsam. Para criá-lo, é preciso organizar as atividades e catalogar as despesas e desembolsos de cada uma delas de forma eficiente. Os centros de resultado, por sua vez, são formados pelas áreas responsáveis pela geração de custos e também pela oferta de receitas.

    Outra habilidade importante dentro da gestão de custos é saber dividir a organização de Saúde em áreas: 

    • Produtivas: aquelas que têm receitas diretas como centro cirúrgico, por exemplo;
    • De apoio: áreas que prestam serviços para os centros produtivos. Exemplos: farmácia e CME (Centro de Material e Esterilização)
    • Administrativas: são as áreas ligadas diretamente à operação da instituição, como por exemplo, financeiro e recursos humanos.
    Papo com Gordilho

    O Papo com Gordilho acontece sempre às quartas-feiras, às 19hs pelo perfil @gessaude no Instagram. Os interessados em participar devem se inscrever previamente – clique aqui a faça sua inscrição.

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    15 de janeiro de 2021 | Atualizado dia 14 de janeiro de 2021


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