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O plano de ação para organizações de Saúde

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    Ferramenta de acompanhamento do planejamento, o plano de ação é fundamental para atingir metas e objetivos

    Por Editorial GesSaúde

    Como espinha dorsal da operação das organizações, o planejamento em Saúde estabelece metas e objetivos que devem ser alcançados em prazos determinados. E para isso, o gestor deve dispor de estratégias para que os desafios sejam transpostos e os resultados tenham qualidade. O plano de ação é a metodologia que permite ao gestor definir atividades, apontar responsáveis e organizar as melhores formas de se atingir as metas e objetivos. Afinal, para manter o equilíbrio do negócio é preciso uma gestão eficaz e em busca de constante amadurecimento. 

    Este instrumento ajuda na definição clara das ações necessárias para alcançar determinado objetivo, estabelecendo informações básicas que permitem estruturar um plano que, com definição de ações claras, atinge o resultado esperado.

    Porém, não existe um modelo específico. Ainda assim, o gestor pode se valer de um plano de ação com poucos campos ou um modelo mais abrangente. O plano de ação deve ser adaptado a necessidade do seu objetivo. Um dos modelos mais conhecido é o 5W e 2H em que são definidos o que? (how), por que? (why), quem? (who), como? (how), quanto? (how much), quando? (when) e onde? (where). Mas, como dito anteriormente, nem sempre é necessário utilizar todos esses campos. É preciso que o gestor adapte o plano de ação à realidade da organização de Saúde – essa é uma forma para que essa ferramenta seja funcional e entregue o resultado sem trazer complexidade para o plano.

    O plano de ação também é conhecido por plano de atividades ou ainda plano de trabalho. Estruturado de forma documental, o plano de ação contém informações tais como, por exemplo, objetivos, atividades (ações) e prazos de entregas. Como base no planejamento estratégico, o plano de ação é composto por três fases principais:

    Planejamento do plano de ação 

    É o momento em que o gestor define os objetivos que devem ser alcançados. Dessa forma, elenca as ações e processos necessário para a obtenção dos resultados. Assim, cada atividade deve ter um prazo de entrega. E, para tanto, é necessário levantar recursos como capital humano, financeiro e ferramentas necessárias. Além disso, os responsáveis por cada atividade também são definidos no planejamento. Exemplo:

    • Objetivo: diminuir o tempo de espera para consulta na recepção do ambulatório;
    • Recursos: sistemas de informação digital para automatizar o cadastro dos pacientes;
    • Investimento: financeiro para a implantação de novas tecnologias e para capacitação dos colaboradores;
    • Responsáveis: gestores do ambulatório e do departamento de Tecnologia da Informação.

    Execução da estratégia

    Agora é o momento de pôr em prática o plano de ação. É fundamental uma política de engajamento dos colaboradores responsáveis pelas atividades. Porém, todos os passos devem ser acompanhados e metrificados. Ou seja, o gestor de Saúde deve se valer de indicadores de desempenho.

    Finalização

    Com os prazos esgotados, o gestor deve checar se todas as etapas do plano de ação foram desenvolvidas, avaliar cada resultado, fornecer feedback para os colaboradores e promover estratégias de melhorias e redução de erros. 

    As transformações na Saúde exigem que os gestores estejam sempre inovando a operação do negócios. E por isso, com os desafios do mercado novas metas e objetivos são estabelecidos. Portanto, o plano de ação é uma excelente ferramenta para apoiar a gestão flexível exigida pelo cenário atual das organizações de Saúde.

    Leia também:

    Planejamento em Saúde: a importância de objetivos e metas bem definidos

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    12 de dezembro de 2019 | Atualizado dia 19 de dezembro de 2019


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