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Saúde 4.0: o impacto da tecnologia na gestão hospitalar

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Especialista em Saúde Digital detalha o potencial de transformação das organizações diante das novas tecnologias

Por Editorial GesSaúde

A relação entre instituições de Saúde, pacientes e profissionais está em constante transformação. As novas tecnologias são as principais responsáveis pelo empoderamento do paciente, as novas formas de acesso aos serviços de Saúde e também pelo surgimento de modelos de assistência e de negócios diferenciados. Gerir esse cenário é um dos grandes desafios atuais das organizações. Esse assunto será aprofundado por Renato Sabbatini, biocientista e especialista em Saúde Digital que será um dos congressistas do II Congresso Brasileiro de Maturidade de Gestão Hospitalar, promovido pela Comunidade Maturidade de Gestão.

Professor de informática médica da Unicamp e da Escola Bahiana de Medicina, Sabbatini será o responsável pelo painel “Saúde Digital: A revolução dentro da revolução”. O foco da apresentação será a forma como a Saúde 4.0 está alterando todas as características do setor (da operação do negócio até o envolvimento com novos perfis de clientes). 

De acordo com o professor, os profissionais da Saúde devem estar preparados para a revolução que está em curso. E a principal mudança é a forma de interação com o paciente. “Uma parte da Saúde Digital que sempre foi esquecida é o paciente. Quando a revolução digital aconteceu, o paciente era apenas um consumidor de serviços e não podia dar palpite. Toda a coleta de dados acontecia com um intermediário, no caso, os profissionais de Saúde. Só que agora, com os wearables devices, novas tecnologias e acesso aos aplicativos de informações médicas, temos um novo tipo de paciente: o e-paciente ou paciente eletrônico”, descreveu o professor. 

Dentro dessa visão, médicos, enfermeiros e demais profissionais de assistência devem estar atualizados para as novas formas de atendimento. Conforme Sabbatini, já existem tecnologias capazes de monitorar em tempo real sinais vitais do corpo, alterações hormonais e outros dados que antes eram coletados apenas em laboratórios, clínicas e consultórios. “A digitalização está abrangendo o engajamento do paciente no tratamento. Ele passa não apenas a avaliar os serviços que está recebendo, mas também a contribuir, como, por exemplo, incluindo dados em seu prontuário.”

O especialista garante que se trata de uma revolução cultural. Nela o paciente passa a ser colaborador do médico – e será fundamental que profissional e gestores saibam como lidar com essa nova realidade.

O Congresso

O II Congresso Brasileiro de Maturidade de Gestão Hospitalar ocorre em São Paulo, no dia 24 de outubro. O encontro será no Hotel Novotel Jaraguá Conventions que fica localizado na Rua Martins Fontes, nº 71, Centro. Venha participar da transformação na Saúde do País. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial do Congresso: https://www.congressomatgestao2019.com/

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18 de julho de 2019 | Atualizado dia 6 de janeiro de 2020


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